domingo, 4 de julho de 2010
Preparando a apresentação do Eixo VIII... Estágio Curricular!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Convergências conceituais e metodológicas resultantes do trabalho no Seminário Integrador 8 e no Estágio Curricular...

KRUG, Marília de Rosso; MARQUES, Marta Nascimento. Educação física escolar: expectativas, importância e objetivos. Disponível em: http://www.efdeportes.com/efd122/educacao-fisica-escolar-expectativas-importancia-e-objetivos.htm Acesso em: 12. jun. 2010.
sábado, 19 de junho de 2010
LUGAR COMUM OU ASSUNTO IMPORTANTE?

sábado, 12 de junho de 2010
FINAL DE ESTÁGIO! O QUE FICOU?

sábado, 5 de junho de 2010
Vale a pena contemplar as sugestões dos alunos?
Observei minha turma e, a partir das constatações sobre seus interesses e/ou necessidades, elaborei um projeto pedagógico, unidade temática - seja qual for o nome - que possibilitasse a construção de uma série de conhecimentos e aquisição de habilidades esperadas para a sua idade cronológica ou, melhor, sua fase de desenvolvimento.
Assumo, assim, uma postura de educadora-educanda problematizadora: questiono meus alunos sobre suas atitudes, ouço (e contemplo) suas sugestões, na medida do possível, e ainda devolvo-lhes muitos dos seus questionamentos, o que acarreta uma certa desestruturação no meu planejamento inicial, à medida que algumas abordagens/atividades são modificadas ou até eliminadas em favor de outras, mais pertinentes.
organizada, sistematizada e acrescentada dos elementos que os próprios alunos me "entregaram" de forma desestruturada. O resultado? Uma educação autêntica, não de A para B ou de A sobre B, mas de A com B, em mediação com um mundo que impressiona e desafia a todos, originando visões impregnadas de anseios, de dúvidas, de esperanças (ou desesperanças) que implicitam temas significativos, base do conteúdo contemplado.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
MEDIAÇÕES NAS BRINCADEIRAS LIVRES
Em toda a minha trajetória profissional na área da educação, sempre privilegiei momentos de brincadeiras livres nos planejamentos, tanto para a 3ªa série em que realizei o meu estágio do curso de Magistério, quanto para a Educação Infantil numa creche/escola particular que atendi enquanto aguardava a realização de um concurso público na cidade. Nos dois anos em que lecionei para uma 2ª série na rede municipal, também continuei valorizando o brincar como uma forma privilegiada de aprendizagem. Nos últimos 8 anos, atuando exclusivamente numa EMEI com crinças de 1 a 5 anos, tenho plena convicção de que o brincar é uma atividade muito produtiva que deve ser valorizada e ressignificada constantemente pelo educador que, ao observar o modo como as crianças brincam, pode perceber os usos e a forma de organizar os brinquedos, relacionando-os com seus contextos de vida e visões de mundo. E através disso, elaborar planejamentos de acordo com as necessidades e os interesses dos alunos, o que inclui brincadeiras livres e dirigidas.
E nessa investigação sobre produção de sentido entre professoras e crianças, identificar o que de mais significativo existe na vida de cada um, em cada momento da vida desses pares educativos: crianças e crianças, crianças e professora, crianças e mundo. (Junqueira, 2007, p. 12).
Ao reconhecer esse meu papel social e a importância de mediações sistemáticas, de projetos e princípios claros e intencionais, me sinto não apenas obrigada, mas impelida com grande entusiasmo na tarefa de pesquisar e aprofundar meus conhecimentos sobre as ações que envolvem o ato de brincar, especialmente as...
... MEDIAÇÕES DO ADULTO!
Mediações estas que sempre compreendi muito além de vigiar as crianças e zelar pela sua integridade física. Segundo minha mãe e outros parentes próximos sem formação escolar na área, "as crianças precisam ser ensinadas a brincar." Ou seja, precisam ser estimuladas através de exemplos criativos e dinâmicos, que suscitem novas interações com os mesmos objetos - por que não?
Depois de ler trechos do documento abaixo referido, comecei a organizar melhor minhas ideias a respeito e confirmei o que os familiares aprenderam com sua experiência de vida: devo estar atenta para o brinquedo como objeto especial, pleno de significados; para sua apropriação pelas crianças; para minhas falas e reações; para as brincadeiras que surgem; para a arrumação e a organização do espaço e para mim mesma.
Pretendo continuar as leituras e reflexões sobre essa grande fonte de desenvolvimento considerada por Vygotsky (1991), como foco de uma lente de aumento, que contém todas as tendências do desenvolvimento de forma condensada. Para o autor, a brincadeira fornece ampla estrutura básica para mudanças das necessidades e da consciência. Pois, nas brincadeiras, as crianças ressignificam o que vivem e sentem.
E assim, qualificar ainda mais minha prática, na compreensão mais aprofundada do que está em jogo quando a criança brinca, analisando o suporte material ou imaterial que desencadeia esse brincar, o ambiente, os momentos a ele destinados e as pessoas que dele participam... (por que tenho participardo cada vez menos desses momentos maravilhosos?)Tempo, espaço, companhia e material para brincar os meus alunos têm! Que bom: quanto mais eles veem, ouvem ou experimentam, mais conseguem aprender e assimilar; quanto mais elementos reais disponíveis em suas experiências, mais considerável e produtiva a atividade de sua imaginação.
REFERÊNCIAS:
SALTO para o Futuro. JOGOS E BRINCADEIRAS: DESAFIOS E DESCOBERTAS. Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância. Ano XVIII, boletim 07 - Maio de 2008.
Disponível em: http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/165801Jogos.pdf
Acesso em: 31. mai. 2010.
VYGOTSKY, L. S. Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 4a edição,
1991.
domingo, 23 de maio de 2010
A flexibilidade do planejamento pedagógico e suas implicações

segunda-feira, 17 de maio de 2010
Dias atípicos exigem posturas mais inovadoras ainda

FUCHS, Ana Carolina Müller. Formas de abordagem dramática na educação. PEAD, 2007. Acesso em: 17. mai. 2010.
sábado, 8 de maio de 2010
QUANDO MENOS É MAIS!
"Uma ação planejada é uma ação não improvisada; uma ação improvisada é uma ação
domingo, 25 de abril de 2010
NOVOS DESAFIOS DO ATO DE AVALIAR...
Na elaboração do Projeto de Estágio - ou Carta de Intenções - destaquei alguns objetivos pessoais de aprendizagem através da realização do estágio curricular do curso. Um desses objetivos refere-se ao complexo ato de avaliar: pretendo, pois...
"Reestruturar meus registros de avaliação dos alunos, através de estudos, pesquisas e troca de idéias com colegas, professores e tutores, significando ainda mais o caráter formativo desse instrumento."
Formativo, porque acompanha percursos de aprendizagem muito particulares, nos quais as situações de avaliação não devem apenas avaliar e medir o que a criança ainda não conseguiu aprender, mas apontar intervenções adequadas que contribuam para o avanço de cada um dos aprendizes.
Pesquisando sobre o assunto, eis que me deparo com um conceito abordado por Paulo Freire: o de coerência. Para ele, adotar diretrizes pedagógicas de modo conseqüente implica em uma prática por elas orientada, até em seus aspectos mais corriqueiros.
"As qualidades e virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para diminuir a distância entre o que dizemos e fazemos", escreveu o educador."
Como posso falar – ou escrever – sobre avaliação formativa sem refletir constantemente sobre o conteúdo trabalhado, o modo de trabalho e os resultados obtidos? Esta análise comprometida implica na revisão do conteúdo e no planejamento de atividades significativas para cada criança. E como saberei o que é realmente significativo para cada criança? Acredito que, além de observá-la, devo dialogar e interagir com ela nas mais variadas situações e, ainda, viabilizar uma ferramenta de autoavaliação através da qual eu possa, talvez, entender o que sabe sobre os conteúdos estudados, como ela está pensando, o que já aprendeu e o que falta - ou quer - aprender.
Nessa perspectiva, os instrumentos que utilizo são variados (observações, registros escritos, coletânea das produções mais significativas do aluno...), mas tenho plena consciência de que preciso organizar essas informações de modo a diagnosticar sistematicamente a construção de saberes específicos, capacidades, habilidades e aspectos ligados ao desenvolvimento pessoal e social do educando, utilizando-as realmente para repensar minha prática e não apenas como subsídio para redigir o Parecer Descritivo entregue aos familiares.
Então, na tentativa de otimizar esse processo de organização dos registros, criei uma tabela (?) a ser utilizada em cada trimestre, faltando apenas o que considero o mais difícil: definir uma estratégia eficiente para coletar as informações referentes à autoavaliação desses sujeitos cujas idades oscilam entre 4 anos e 7 meses e 6 anos e 3 meses!
Conversa em grupo ou individual? Registro com desenhos? Dinâmica familiar?
E sigo pesquisando...
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O QUÊ? COMO? PARA QUÊ?

terça-feira, 23 de março de 2010
E TUDO CONVERGE PARA...

