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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

"WE ARE THE CHAMPIONS - MY FRIENDS..."





No último semestre antes do estágio curricular de 180 horas, muitas expectativas... A maior de todas, para mim, é a proximidade da tão sonhada formatura: não apenas como o encerramento de uma longa e difícil jornada, mas como o início de uma nova etapa com outros objetivos a serem perseguidos.


Nos estudos sobre o pai da Didática, propostos em DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO, surpreendi-me com a aproximação de algumas ideias desse pensador com certas especificidades da minha prática. Da postagem As preocupações de Comenius..., resgato um trecho onde afirmo que...


"Percebi, através das leituras realizadas, que Comênio preocupava-se com o sucesso escolar dos alunos e, na escola de Educação Infantil em que atuo, a maioria dos professores também investe muito esforço na efetiva construção da aprendizagem, sob vários aspectos. Consideramos as necessidades e as capacidades dos alunos e alternamos atividades dirigidas e livres. O bom relacionamento entre todos é incentivado sempre. Muitas vezes, eu também gostaria de descobrir um método com o qual eu “ensinasse” - ou falasse - menos e meus alunos “aprendessem” – ou ouvissem – mais... “Menos barulho, menos enfado, menos trabalho inútil” também seriam bem-vindos, assim como “mais recolhimento, mais atrativos e mais sólidos progressos”! Assim como idealizava Comênio, em minhas propostas de trabalho, incluo a observação e a experimentação, privilegiando a exploração dos cinco sentidos e o estudo, com atividades lúdicas, sobre alguns temas da natureza. Entretanto, percebo uma mistura do novo e do velho na minha prática, pois sou um pouco de tudo o que vivi até agora, no âmbito familiar, escolar e social e, por mais que tente me livrar de certas características indesejáveis, elas afloram... estão por demais enraizadas no meu ser."


Os estudos sobre Currículo Integrado, propostos na Unidade 2 da interdisciplina tinham como objetivos: identificar as influências dos modos de produção nos sistemas educacionais; compreender as origens das propostas do currículo integrado e exercitar o planejamento de uma atividade interdisciplinar.


Apesar de ser um tema amplamente discutido há tempos na área da educação, foi extremamente positivo voltar a estudá-lo, dessa vez com a colaboração de uma colega. Currículo Integrado - reflexão em duplas, postagem referente à atividade, incitou uma discussão sobre os obstáculos da excessiva fragmentação do conhecimento disciplinar e possíveis alternativas a isso. Duas leituras apoiaram a produção textual. A partir do fragmento de Japiassu (1994), sobre divisão das disciplinas escolares, naturalmente aceita como ‘correta’ e ‘imutável’, produzimos, em duplas, uma reflexão sobre a relação entre a “fragmentação dos processos de produção (Taylorismo & Fordismo) e a cultura escolar” e também sobre a relação entre as novas necessidades das economias de produção flexível com o sistema escolar. Um tema por demais complexo para ser sintetizado em 25 a 30 linhas, na minha opinião.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL, área defendida com paixão pela Profª Dóris iniciou com o estudo da legislação vigente (vide EJA - Parecer CEB 11/2000). Na unidade História da Educação de Jovens e Adultos e Políticas Públicas - o grupo 7 envolveu-se na produção de reflexões que possibilitaram uma aproximação mais responsável da realidade dessa área da educação escolar. Através do Parecer CEB no 11/2000, elaborado por Carlos Roberto Jamil Cury (membro do Conselho Nacional de Educação), inteiramo-nos das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, bem como debatemos sobre algumas questões importantes na aula presencial do dia 02/09. Diante da possibilidade de melhor conhecer diferentes aspectos da EJA no que se refere aos seus fundamentos e funções, à sua legislação específica e à sua história, eu e minhas colegas, Emília e Maria Margarete, compartilhamos nossas interpretações por meio do fórum no Rooda.

Foi com com certa ansiedade que esperei pelo primeiro encontro da interdisciplina LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - EAD. Mas na postagem AULA PRESENCIAL NOTA DEZ!!!!!, através de algumas histórias, dinâmicas e brincadeiras, a professora Janaína nos desafiou a olhar - e ver - com muito mais atenção... com seus gestos, suas expressões faciais e, principalmente, seu olhar, ela foi tão ou mais eloquente do que um orador talentoso que usa a sua voz para transmitir uma mensagem. Mensagem de respeito, de orgulho, de igualdade na diversidade! De certa forma, foi um alívio saber que não precisaremos nos tornar "experts" na comunicação através de Libras, mas, sim, conhecer o sujeito surdo, a legislação, a organização das escolas especiais - defendidas pela professora como um importante espaço de interação e aprendizagem.Afinal, a sociedade deveria oferecer - a todo ser humano, ouvinte ou não - o máximo de oportunidades para que este pudesse usufruir plenamente de sua cidadania. E, dentre essas oportunidades, está uma educação escolar de qualidade, afinal, O SOL NASCE PRA TODOS...


A meu ver, a principal aprendizagem construída a partir da interdisciplina LINGUAGEM E EDUCAÇÃO está parcialmente descrita em TROCANDO IDEIAS E SUGESTÕES DE ATIVIDADES... Compartilhar o planejamento de algumas horas de atividades com as colegas do Pead que também atuam na Educação Infantil foi um momento valiosíssimo da aula presencial do dia 11 de novembro. A professora Iole pontuou alguns aspectos relativos à organização formal - escrita - do planejamento organizado e apresentado, sendo que a maior parte das dúvidas foram com relação à "sistematização" solicitada nas orientações referentes ao desenvolvimento da atividade. Para mim, ficou mais claro que essa atividade de sistematização é algo que está relacionado ao conteúdo escolar, como uma forma de compreendê-lo melhor através de exercícios, desafios, charadas... No meu planejamento, a atividade de sistematização consistia na leitura do texto coletivo, cujo objetivo era oportunizar um confronto (inicial) com a leitura de palavras e frases, acompanhadas de garatujas e desenhos. Dessa forma, a criança amplia a sua compreensão sobre uma das funções sociais da leitura - e escrita: a transmissão de informações com um determinado objetivo.


Como sempre, SEMINÁRIO INTEGRADOR VII interligou as demais interdisciplinas, sendo que Teses sobre Projetos de Aprendizagem - argumentações nem tão fáceis assim! indicam um amadurecimento das ideias sobre a temática, pois, após desenvolvermos dois Projetos de Aprendizagem em momentos distintos do curso de Pedagogia a Distância da UFRGS, os elementos constitutivos dessa metodologia de aprendizagem - se é que podemos chamá-la assim - vão se tornando cada vez mais claros, ao menos para mim. Isto foi possível graças à tarefa de refletir e argumentar sobre cada etapa e recurso do PA, levando em consideração algumas teses apresentadas e o confronto das mesmas com as ideias das colegas.


Já no início do texto "APRENDIZES DO FUTURO: AS INOVAÇÕES COMEÇARAM!PROJETO? O QUE É? COMO SE FAZ?", as autoras LÉA DA CRUZ FAGUNDES, LUCIANE SAYURI SATO e DÉBORA LAURINO MAÇADA, trazem a definição do termo PROJETO: ... São associadas a esse termo diferentes acepções: intenção (propósito, objetivo, o problema a resolver); esquema (design); metodologia (planos, procedimentos, estratégias,desenvolvimento). Assim podem ser concebidas a atividade intelectual de elaboração do projeto e as atividades múltiplas de sua realização. (Boutinet, 1990).


No workshop de encerramento de semestre, dividi com os presentes um pensamento que considero muitíssimo pertinente, em face da inversão de valores que observamos ao nosso redor e que é, em grande parte, causadora de muitas das atrocidades cometidas pelo homem contra a própria humanidade...


"Os educadores precisam compreender que ajudar as pessoas a se tornarem pessoas é muito mais importante do que ajudá-las a tornarem-se matemáticas, poliglotas ou coisa que o valha."
Carl Rogers, psicólogo norte-americano (1902-1987)









segunda-feira, 31 de maio de 2010

MEDIAÇÕES NAS BRINCADEIRAS LIVRES

Em toda a minha trajetória profissional na área da educação, sempre privilegiei momentos de brincadeiras livres nos planejamentos, tanto para a 3ªa série em que realizei o meu estágio do curso de Magistério, quanto para a Educação Infantil numa creche/escola particular que atendi enquanto aguardava a realização de um concurso público na cidade. Nos dois anos em que lecionei para uma 2ª série na rede municipal, também continuei valorizando o brincar como uma forma privilegiada de aprendizagem. Nos últimos 8 anos, atuando exclusivamente numa EMEI com crinças de 1 a 5 anos, tenho plena convicção de que o brincar é uma atividade muito produtiva que deve ser valorizada e ressignificada constantemente pelo educador que, ao observar o modo como as crianças brincam, pode perceber os usos e a forma de organizar os brinquedos, relacionando-os com seus contextos de vida e visões de mundo. E através disso, elaborar planejamentos de acordo com as necessidades e os interesses dos alunos, o que inclui brincadeiras livres e dirigidas.

E nessa investigação sobre produção de sentido entre professoras e crianças, identificar o que de mais significativo existe na vida de cada um, em cada momento da vida desses pares educativos: crianças e crianças, crianças e professora, crianças e mundo. (Junqueira, 2007, p. 12).


Ao reconhecer esse meu papel social e a importância de mediações sistemáticas, de projetos e princípios claros e intencionais, me sinto não apenas obrigada, mas impelida com grande entusiasmo na tarefa de pesquisar e aprofundar meus conhecimentos sobre as ações que envolvem o ato de brincar, especialmente as...

... MEDIAÇÕES DO ADULTO!

Mediações estas que sempre compreendi muito além de vigiar as crianças e zelar pela sua integridade física. Segundo minha mãe e outros parentes próximos sem formação escolar na área, "as crianças precisam ser ensinadas a brincar." Ou seja, precisam ser estimuladas através de exemplos criativos e dinâmicos, que suscitem novas interações com os mesmos objetos - por que não?

Depois de ler trechos do documento abaixo referido, comecei a organizar melhor minhas ideias a respeito e confirmei o que os familiares aprenderam com sua experiência de vida: devo estar atenta para o brinquedo como objeto especial, pleno de significados; para sua apropriação pelas crianças; para minhas falas e reações; para as brincadeiras que surgem; para a arrumação e a organização do espaço e para mim mesma.

Pretendo continuar as leituras e reflexões sobre essa grande fonte de desenvolvimento considerada por Vygotsky (1991), como foco de uma lente de aumento, que contém todas as tendências do desenvolvimento de forma condensada. Para o autor, a brincadeira fornece ampla estrutura básica para mudanças das necessidades e da consciência. Pois, nas brincadeiras, as crianças ressignificam o que vivem e sentem.

E assim, qualificar ainda mais minha prática, na compreensão mais aprofundada do que está em jogo quando a criança brinca, analisando o suporte material ou imaterial que desencadeia esse brincar, o ambiente, os momentos a ele destinados e as pessoas que dele participam... (por que tenho participardo cada vez menos desses momentos maravilhosos?)Tempo, espaço, companhia e material para brincar os meus alunos têm! Que bom: quanto mais eles veem, ouvem ou experimentam, mais conseguem aprender e assimilar; quanto mais elementos reais disponíveis em suas experiências, mais considerável e produtiva a atividade de sua imaginação.


REFERÊNCIAS:

SALTO para o Futuro. JOGOS E BRINCADEIRAS: DESAFIOS E DESCOBERTAS. Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância. Ano XVIII, boletim 07 - Maio de 2008.
Disponível em:
http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/165801Jogos.pdf
Acesso em: 31. mai. 2010.

VYGOTSKY, L. S. Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 4a edição,
1991.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dias atípicos exigem posturas mais inovadoras ainda



Mais alguns daqueles dias em que é impossível sair para caminhar com a turma, brincar na pracinha ou até mesmo utilizar o pátio coberto, devido ao frio, umidade ou chuva.

Assim, em vez de irmos até a pracinha do campo - interagir com as demais turmas do prédio em outro espaço e observar alguns aspectos das casas pelo caminho - optei por uma modalidade de brincadeira livre que meus alunos simplesmente adoram: a criação de "cantinhos" temporários com temas relacionados às realidades do mundo infantil ou adulto.

Com menos frequência do que gostaria e deveria, participo dessas incursões pelo mundo da fantasia infantil, ocupando um lugar de honra na mesinha de chá, no salão de beleza, na fazenda de animais ou na escrivaninha da secretária. Segundo meus alunos, "pareço uma criança!" Nesses momentos, acredito que o diferencial que encanta as crianças e fortalece os vínculos afetivos entre o adulto mediador e aqueles que, em geral, desempenham um papel de submissão no ambiente escolar é o meu comportamento sério, minhas falas compenetradas e a importância que dou aos rituais realizados... E eles até riem de mim, dizendo que é só de mentirinha, e a profe não sabia... É claro que, no fundo, eles sabem que tudo não passa de um jogo, ou não?

Essa forma de abordagem dramática na educação se mantém como uma expressão contemporânea do teatro na escola, voltado para a subjetividade, visto que pressupõe as relações de cada indivíduo com seu imaginário e com sua expressividade. Este faz-de-conta infantil, uma prática lúdica individual ou em grupo, propõe a improvisação de um tema ou situação previamente escolhida, geralmente por eles. Não implica a participação de uma platéia, o que confere, a meu ver, uma espontaneidade e um prazer muito maiores a esses jogos. Não os utilizo com o objetivo de apresentação ou representação de algo, nem de apropriação dos mecanismos fundamentais do teatro, mas pela alegria, bem-estar e desenvolvimento afetivo, cognitivo e social que proporcionam a meus alunos e -por que não? - a mim também.

REFERÊNCIAS:

FUCHS, Ana Carolina Müller. Formas de abordagem dramática na educação. PEAD, 2007. Acesso em: 17. mai. 2010.



sábado, 8 de maio de 2010

QUANDO MENOS É MAIS!

Para mim, o encerramento de uma temática em estudo é, quase sempre, motivo de angústia.
Primeiro, porque novas ideias de atividades vão surgindo durante o desenvolvimento daquilo que planejei, inclusive por sugestões de colegas, alunos e equipe de apoio.
Segundo, porque nem tudo o que planejei foi aplicado, por diversos motivos: os alunos não demonstraram o interesse esperado; algumas atividades mostraram-se, afinal, simples ou complexas demais...
E, por fim, não obtivemos (todas) as respostas pretendidas!
Mesmo tendo consciência de que todas as particularidades mencionadas integram a realidade escolar e são perfeitamente aceitáveis, dentro de certos limites, tenho a impressão de que encerro algo imperfeito, quando gostaria de avançar para uma próxima etapa com todos os objetivos anteriores alcançados. Esta mania de perfeição, este ímpeto de atingir o inatingível já me trouxe muito sofrimentos... Agora, mais consciente acerca das limitações alheias - e das minhas - tento transformar as lacunas em oportunidades de aprendizagem e aprimoramento.
Na prática profissional, por exemplo, quando percebo a inadequação de uma atividade prevista, modifico-a, na medida do possível, ou adio a sua realização. E não considero essa estratégia como algo negativo ou menor, como parece sugerir o arquiteto, político e ativista social brasileiro Francisco Whitaker Ferreira em sua obra Planejamento sim e não:

"Uma ação planejada é uma ação não improvisada; uma ação improvisada é uma ação
não planejada." (Ferreira, 1985, p.15)
Percebo que o improviso tem um papel fundamentalmente positivo no meu ambiente de trabalho, ainda mais nestes dias chuvosos em que a pracinha - inundada - pode ser admirada apenas através das vidraças da sala de aula. Os amplos movimentos ao ar livre são, então, substituídos por brincadeiras como “vivo- morto”, as quais não suprem totalmente a falta dos brinquedos da praça, mas também promovem alegria, entretenimento saudável e movimento.
E assim, através das reformulações do planejamento pedagógico, conforme as necessidades do meio ou do grupo, torna-se evidente a flexibilidade que caracteriza esse meu instrumento de trabalho.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

COMPREENDENDO MELHOR O BRINCAR




A leitura do texto "Sala de aula é lugar de brincar?", proposta pela professora Anelise na interdisciplina de Ludicidade e Educação, modificou o meu olhar sobre as brincadeiras livres e dirigidas dos meus alunos na Educação Infantil. Assim, mais consciente e conhecedora das reais contribuições do brincar na sala de aula, oportunizo momentos mais ricos e diversificados no meu contexto escolar, conforme exemplifiquei na postagem da reflexão sobre o assunto, no webfólio da interdisciplina:

"Com ou sem intencionalidade pedagógica, oportunizando brincadeiras para alcançar objetivos específicos ou pelo simples prazer de brincar, o professor contribui para aprendizagens efetivas e prazerosas, entre elas:

- o estabelecimento de elos entre a realidade interna e externa do sujeito;
- o fornecimento de uma organização para iniciar relações emocionais;
- a expressão aceitável de sentimentos agressivos;
- a ampliação da capacidade de representação;
- a apropriação do mundo de forma ativa e direta;
- a superação dos próprios limites ou oponentes;
- a transferência de interesses, fantasias, ansiedades e sentimentos de culpa.

A constatação de Freud de que “todas as brincadeiras são influenciadas por um desejo que as domina o tempo todo: o desejo de crescer e fazer o que todas as pessoas crescidas fazem” (ed. orig. 1920:28), se confirma nas minhas observações com os pequenos. Este jogo dramático que presencio quando a criança brinca de comidinha, de faz-de-conta, de mamãe/papai cuidando do bebê e outras tantas situações imaginativas, caracterizam esses desejos inconscientes de amadurecimento, de superação da infância e de muitos dos seus conflitos.

Os adultos em geral, pais ou professores, precisam (re)aprender a brincar com seus filhos ou alunos e, no ambiente familiar ou de trabalho, reconciliar-se com a criança que existe dentro de cada um, compreendendo seus desejos e necessidades e viabilizando interações produtivas para ambos.

Encerro minhas reflexões com uma frase do texto que classifico como extremamente bela e fundamental, tanto que passarei a divulgá-la entre amigos, colegas educadores e pais de alunos, até para justificar as situações delicadas pelas quais passamos ao sermos pegos em flagrante nas mais inusitadas situações...

“Não é necessário ‘ser criança’ para usufruir o brincar, pois sua herança – a criatividade – subsiste na vida adulta”."