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segunda-feira, 1 de junho de 2009

MUDANDO DE ASSUNTO... BIOLOGIA!



A inspiração para pesquisar sobre tão inusitado assunto veio de minha filha, que aos 5 anos afirma que será bióloga, inspirada pelas aventuras do "selvagem" Richard Rasmussen, às quais assistimos juntas desde 2004, quando ela tinha pouco mais de um aninho!

O ingresso no Pead, em abril de 2007, me forçou a utilizar computador e Internet em casa e, assim, também aproveitamos para buscar informações e imagens do meio ambiente, em geral, e dos felinos - nossa grande paixão.

Com espanto, descobrimos o LIGRE - animal criado pelo homem como resultado de cruzamentos intencionais entre leões e tigres - quase sempre é estéril. Apesar de ainda não se saber muito sobre esta criatura, tudo indica que se vai tornar o maior felino conhecido. Neste cruzamento, ao que parece, o gene que determina o tamanho se perde, crescendo estes animais de forma inusitada, podendo atingir uma altura corporal de 1,30 m e um comprimento de 2,60 m e pesar mais de 400 kg!







Então, quando surgiu a proposta de escolhermos um (novo) assunto para dar continuidade aos Projetos de Aprendizagem neste sexto semestre do Curso de Pedagogia a Distância da UFRGS, sentimo-nos desfiadas - eu, Margarete e Emília - a descobrir mais sobre essa questão polêmica da natureza.

Por enquanto, pretendemos dar o seguinte rumo às nossas pesquisas:

Questão: O que é hibridização - ou hibridação - animal?

Certezas provisórias:
- pode ser natural ou induzida pelo ser humano;
- todos os animais híbridos são estéreis;

Dúvidas temporárias:
- por que ocorre naturalmente no meio ambiente e quais as possíveis consequências disso;
- como e por que o homem induz esse processo e quais as possíveis consequências disso;

Estamos convictas de que será um aprendizado extremamente prazeroso e dividiremos com todos as nossas descobertas.

ATÉ!

terça-feira, 14 de abril de 2009

ANALISAR E AVALIAR O TRABALHO DOS OUTROS...


... pode ser constrangedor, às vezes, mas devia ser um hábito, já que isso:

- me dá ideias diferentes;

- amplia meus conhecimentos;

- exercita minha tolerância (também não sou perfeita).
Já desconfiava disso, mas a avaliação do Projeto de Aprendizagem sobre cotas nas universidades, proposta pelo Seminário Integrador, me deu esse certeza:
- navegar nos wikis e portfolios alheios requer tempo e disposição, mas pode repercutir positivamente no meu trabalho como professora de educação infantil, na educação dos meus filhos e nas minhas produções acadêmicas, sem que estas últimas se configurem como "cola".


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

PESQUISA DE CAMPO



Na aula presencial do dia 20 de agosto, recebemos as primeiras orientações sobre os Projetos de Aprendizagem: depois de formarmos um grupo de acordo com nossas afinidades, escolhemos uma pergunta geradora da pesquisa e redigimos nossas dúvidas e certezas sobre a temática. Organizamos um mapa conceitual inicial sobre a temática da pesquisa e criamos um wiki para usarmos como ambiente de trocas, postagens, enfim, para a efetiva construção do nosso trabalho:


COMO A TELEVISÃO INFLUENCIA NA EDUCAÇÃO?

Virtualmente, trocamos idéias sobre as estratégias de pesquisa, bem como materiais interessantes - reportagens, textos, vídeos, entrevistas... Todas as integrantes do grupo colaboraram na busca das informações para responder à grande pergunta da pesquisa, sanar as dúvidas e comprovar as certezas.

Um recurso eficaz escolhido pelo grupo foi o da entrevista: pais e filhos, questionados sobre vários aspectos da televisão, sua programação e o uso que fazem desse veículo de comunicação em massa, surpreenderam em algumas perguntas e, em outras, responderam de acordo com o que havíamos imaginado!

Eis uma rápida análise dos resultados dessa pesquisa:
“...a maioria dos pais – ou melhor, das mães – se preocupa com o que os filhos assistem na televisão, pois têm consciência da sua influência na educação das crianças e jovens. Os filhos, ao contrário dos pais, não têm um olhar tão crítico com relação ao conteúdo da tevê aberta, pois muitos assinalaram que ela “não torna as pessoas mais consumistas, não expõe à violência, não atrapalha o desempenho escolar”... Um espanto!”

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

PROJETOS PEDAGÓGICOS


Há vários anos, utilizo com meus alunos os projetos de ensino, de aprendizagem, de estudo, enfim, acredito que o nome não importe tanto quanto a metodologia empregada. Aprendi a perceber os interesses da turma, mesmo quando ainda não conseguem expressá-los com suas próprias palavras. Suas curiosidades, dúvidas, necessidades e conflitos, quando bem explorados e direcionados, promovem uma motivação que, muitas vezes, contagia familiares, professores e colegas de outras turmas.

A busca, a pesquisa, o levantamento de hipóteses e a sua comprovação – ou não – são aspectos que podem ser contemplados num projeto pedagógico em qualquer turma da Educação Infantil, em diferentes níveis, é claro.

Pessoalmente, acredito que esse tipo de abordagem exige muito mais do professor, pois:
- precisa estimular os alunos para caminhar de uma forma mais “livre”, que pode gerar maior movimentação, confundida por muitos como “falta de domínio” da turma;
- deve buscar a pesquisa para aprofundar os próprios conhecimentos sobre os assuntos inusitados que, geralmente, são abordados no estudo;
- necessita do apoio dos diversos segmentos da família e da escola – direção, coordenação... – para qualificar e dar credibilidade ao seu projeto;
- incentiva a vivência de valores e posturas aos quais os alunos, muitas vezes, não estão habituados, mas que, a médio ou longo prazo, fazem a diferença!

Os trabalhos em grupo desenvolvidos no Pead, assim como aqueles utilizados em nossas salas de aula, são igualmente desafiadores para nós, alunos-professores, por exigirem posturas a que não estamos habituados, como respeitar a opinião e o tempo do outro, valorizar a produção alheia, aceitar diferentes pontos de vista, mesmo que sejam opostos aos nossos. Às vezes, temos que controlar a ansiedade, o egoísmo, o perfeccionismo e aprender, na idade adulta, o que nossos alunos têm a oportunidade de vivenciar na infância, construindo com solidez , mas de forma lúdica e prazerosa, os importantes conteúdos curriculares selecionados em conjunto pela turma toda.