
O que uma foto de família antiga tem a ver com "EPNEE"?
Ou com "QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO"?
Percebo que o "diferente" na aparência, na maneira de agir ou de falar (quase) sempre é alvo de julgamento, e posterior aceitação ou rejeição, seja no ambiente familiar, escolar ou nos outros grupos sociais.
Todos nós, nosso corpo e nossa mente, somos fruto da herança genética e cultural dos nossos ancestrais. Dificilmente podemos fugir disso... Devemos, sim, aprender a admirar as implicações positivas dessa ancestralidade em toda a sua amplitude!
E isso é uma aprendizagem que deveria começar cedo, no seio familiar e na escola de educação infantil! Nesse sentido, lembro do relato da mãe (branca) de um menino (mulato), que lhe contou que seu colega (de 4 anos) o chamara de "negrinho" numa discussão. Eu, como professora, não ouvi, na época, a discussão, mas passei a ficar mais atenta durante os momentos de brincadeira livre para, se necessário, intervir em tal discriminação.
A revista Nova Escola aborda o assunto numa edição de 2007, ressaltando que o respeito às diferenças é uma lição que deve ser ensinada desde os primeiros anos de escolaridade.
Vale a pena conferir:
Não ao preconceito